Coronavirus

Fotos de 14/03/20, sábado, Viena, Austria

Há dois dias o governo publicou que os estabelecimentos comerciais tem que ficar fechados sem previsão de abrir, como maneira de tentar conter a propagação do vírus. Vamos torcer para que haja comida suficiente para comprar em algumas semanas… caso contrário, acho todo esse cenário de filas nos supermercados, prateleiras vazias já, medo nos rostos, não se tranforme em violência.

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Aliança nova

Então, ganhei uma aliança nova porque a original estava apertada e junto uma “nova eu.”
A gente casa e pensa que tudo será como em um conto de fadas… Não deixa de ser, só que a vida vem com a rotina e os tantos eus que ao longo da vida vão se apresentando (fora os questionamentos), mas que graças a isso vamos chegando a conclusão que ainda bem Deus segura nossa mão e nos orienta.
Eu comemoro essa aliança porque uso há 15 anos e como dizia minha mãe “ele é o homem da minha vida.” Ele tem um coração puro… não julga, me perdoa, entende minhas “rabugices“. No abraço dele é que recarrego minhas forças.

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Recomeçar

Essa foto fiz em uma noite dessas que estava trabalhando.
A lua se escondia atrás da paisagem, eu tive que procurá-la, sair no frio, toda uma dificuldade e enfim não pude deixar de me identificar.
O ano recomeça e pela frente tanta coisa a ser conquistada… Não importa se pela frente partes obscurecidas nos detenham, mas recomeçar o ano não deixa de ser uma atitude de fé e coragem. Não é à toa que muitos tem como ponto de partida o final – estipulam o começo do ano para dar fim em alguma coisa que os incomoda.
Nada pode nos deter, o segredo é ter fé em Deus e mapear o caminho sem medo.

  Gravity Falls Intro

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Sossego

2019 foi um ano ótimo!
No momento aproveitando no sossego e me despedindo dele de um jeito respeitoso.
Mais um ano que cá estou sem muitos planos, sonhos novos, mas firme e forte para recomeçar.
Que as coisas espontâneas cheguem sem pressa e demorem pra ficar. Que a saúde aguente o rojão [somente] das [boas] emoções que espero cheguem de pencas. Que todo mundo goze de plena saúde, tenha paz e motivos para muitos sorrisos.

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Magnum P. I.

Magnum P. I. (P. I. significa detetive particular) foi um seriado dos anos 80 muito inteligente e bem-humorado de um ex-combatente da guerra do Vietnã e que agora voltou  repaginado. Aqui já estou assistindo há uns 2 meses e a estreia no Brasil é este mês.
Sabe aqueles dias que você quer só relaxar e ver na tv algo para rir muito e ao mesmo tempo ver um casal bonito na tela se instigando e ao mesmo tempo trabalhando juntos? ♥

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Relacionamentos

Muitas pessoas não querem amar, querem apenas ter alguém para passar o tempo, para fazer sexo, para companhia quando convier. Ou seja, querem apenas a parte florida da parceria, sem querer se responsabilizar pelos pesos incômodos que todo e qualquer relacionamento também carrega. Só pretendem assumir a parte divertida da vida, pois não amadureceram o suficiente para enfrentar os dissabores. Relacionar-se requer maturidade, comprometimento, empatia.
Não sinta atração por quem te usa como mera distração. Não gaste o seu melhor com quem não oferece nada em troca. O amor tem a medida exata da dignidade que te sobra ao final do dia, nada menos do que isso. Não perca tempo, não se iluda com quem não muda, não jogue fora no lixo esse seu coração que é tão lindo e especial. Resguarde-se, sonhe, ame-se. É isso.

Via

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Minha primeira vez

Por que sempre que falamos em “primeira vez” nossa mente pega o atalho e instiga-nos a pensar em sexo?
Como se fosse a única inauguração digna de relevância, como se fosse o único ritual de passagem que marca. Eu tive primeiras vezes inesquecíveis sem precisar desnudar-me.
Pela vida, há tantas “primeiras vezes” que a gente nem se dá conta, até o momento que tornam-se ralas e quiméricas. Isso é o primeiro passo para uma existência vegetativa, a qual respira só por aparelhos da rotina.
É aí que mora com endereço fixo o perigo, da gente ficar zanzando pelos dias sem nos darmos conta da preciosidade de cada acontecimento, seja ele inaugural ou findo. A gente cria uma membrana espessa que veda a percepção do nosso entorno, assim como fica presos a hábitos acorrentados, os quais não provocam mais surpresas.
Pois bem, que a gente possa mostrar as papilas gustativas, aquela comida nunca provada, experimentar assistir a uma peça alternativa de teatro, matricular-se numa aula de dança (mesmo tendo dois pés esquerdos), aprender a nadar, ir a um lugar frio nunca visitado, apesar de gostar do calor ou, fazer uma tatuagem.
Sei lá, qualquer coisa que traga coisa fresca, com cheiro do novo para aguçar e ressignificar as emoções, afinal mora em todos nós alguma virgindade.
A vida não aceita o desaforo da postura estática, ela quer ser desafiada e desvirginada quantas, tantas e inúmeras vezes forem possíveis, ela não quer que sejamos celibatos da gente mesmo.

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Caminhos

Caminhei onde quis.
Caminhei também onde nunca queria ter caminhado.
Machuquei meus pés em pedras duras e meu coração em espinhos profundos. Desanimei minha fé por tantas vezes…
Enfureci minha confiança depois de entregá-la a quem nunca a mereceu.  Ensurdeci meus ouvidos depois de tantas mentiras que ouvi.
Sorri muitas vezes com o rosto molhado por lágrimas.
Deixei algumas vezes de ser ‘eu’ para ser outro alguém que na verdade nunca existiu.
Só aprendi a caminhar sem medo, quando entendi que essa é a nossa  missão, independente dos medos, erros, acertos, alegrias e tristezas,  assim se fazem os caminhos, as histórias. Como poderia contar um dia, se não a vivesse como vivi?
Sei que meus caminhos ainda são longos, mas dentre todos os caminhos  que me indicaram, que mandaram eu seguir, que disseram que estava  errado, que me disseram que era o mais longo ou o mais rápido, de todos  os caminhos com pedras ou espinhos, quero caminhar o meu caminho. Vou  chegar lá.

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Opiniões

A troca de opiniões tem a tendência de causar distanciamentos entre as pessoas. Talvez porque  no acaloramento da conversa, junta-se as nossas bagunças de vivências, ou desordens, não sei direito, e algumas ideias alinham-se ou não.
As mulheres são muito sensíveis e tudo depende do estado de humor do dia.
Tô falando de troca de ideias entre amigas.
Eu? Parei de tentar entender o por quê quando as opiniões se divergem, as pessoas acabam se afastando. Na falta de regras para seguir em uma troca de assuntos e ideias, eu acho que a melhor ainda é a essência, a delícia de poder ser você.  É isso.

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Erros

Não tem jeito, errar vamos sempre, as vezes até repetir o erro – nesse caso é porque não soubemos o que fazer com o erro…
Por exemplo, o colega que trabalhou junto na Croácia por repetidos 3 anos errou nas mesmas coisas… e não é porque não foi comunicado a ele que tinha errado.
Daí eu me pergunto, será que foi erro de comunicacão?
Porque no mínimo quando somos notificados do nosso erro temos que tentar reparar e seriamente se auto-analisar sem achar que é só crítica que recebemos.
Ser criticado é a coisa mais fácil, mas quando somos criticados várias vezes é nosso dever parar tudo e se reolhar onde estamos errando.
Seu psicólogo que se vire, ou ele que vá ao fundo do poço tentar se consertar – o poço tem lama sim!

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Sem discurso, por favor!

Em uma roda de conhecidos deixei escapar que estava cansada… Uma das pessoas logo iniciou um discurso ensolarado, que tudo tem seu lado bom, que, se estou cansada, pelo menos tenho um trabalho blá blá blá.
Não havia incoerência na sua fala. Mas talvez no momento, eu quisesse apenas um pouco de empatia, pois não sou de me queixar, ainda mais em público. Se falo é porque estou apenas transbordando… e só.
Não acredito nas almas com aparência efervescente e permanente. A felicidade crônica é uma maquiagem que sai no banho.
Há um monte de coisas que dão errado. Têm dias que a vida tira o tapete, nos tira do sério, a gente leva uns trancos e quer entrar para um casulo pois está puta da cara mesmo. A vida é colorida mas tem pontas ásperas as quais machucam. Não trata-se de um estado catatônico de depressão, ou pessimismo tônico. Mas até na tristeza há normalidade, e nem por isso necessitamos de todas as Sertralinas indicadas, apenas precisamos saber lidar com as nossas travessias, sem drama, sem disfarce. Ou audácia de quem nunca pifou.
É tão humana a fragilidade, só a maturidade ensina-nos a quebrar os muros da valentia de nosso território, a ruir as imponentes torres e deixar entrar os medos, entender com tranquilidade, querer a doçura, não disfarçar as angústias e esperar pelo aceno da felicidade. Simples assim. Sem discurso, por favor!

[ … Esse texto tem tudo a ver com o que eu penso, porque detesto quando quero apenas comentar um assunto e a pessoa vem com a consultoria pronta.]

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Resistência


“Essa equipe é muito resistente à mudança, não muda nunca.”
Reclamações desse tipo são comuns e evidenciam um pensamento errado: a resistência à mudança é ruim. Basicamente ela é boa, pois preserva o que dá certo. Se não fosse assim, a cada momento estaríamos desistindo de nossas amizades, do nosso trabalho ou de nossa forma de agir. E isso pode não funcionar.
Então quando uma pessoa muda? Quando é que abandona suas manias irritantes ou seus comportamentos fracassados e retrógrados? A resposta é simples: uma pessoa só muda quando a dor de permanecer for maior que a dor de mudar. É isso mesmo. Como mudar dói, a gente evita! E com razão. Mas se permanecer for ainda mais dolorido, então está na hora de mudar. E apesar do incômodo que a mudança traz, da dor, do desgaste, do trabalho, mudar é a solução quando queremos evoluir.
Só evolui quem se incomoda, quem percebe que está subutilizando seu potencial. Quem reflete sobre suas ações e deseja crescer. E essa percepção pode vir da leitura de bons livros, de cursos, de diálogos, de boas palestras, da interação com pessoas que nos instigam a ser melhor.
Quer que sua equipe mude? Faça-a refletir, ler, aprender, ouvir palestras…

autor Marcos Meier, m
atemático, psicólogo, escritor e mestre em Educação. Palestrante nacional e internacional a respeito de relacionamento, via

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Férias na Croácia

Segundo ano consecutivo que levamos nossos pacientes curtirem as férias na Croácia. Uma pausa de 11 dias para eles que, todos os outros dias saem de casa às 8:00 e voltam às 16:00 horas depois de “exaustivas” horas na escolinha de arte ;).
Para nós, os cuidadores, aumento de estresse porque as obrigações aumentam e por tempo integral. Infelizmente nem todos os colegas de trabalho encaram assim e invertem os papéis, ou seja, pensam estão tirando suas férias!!  Eu confesso não tenho paciência para pessoas assim – que gostam de se aproveitar das situações para levar vantagem – e pensam que ninguém percebe!! Depois que rola um estresse ainda se fazem de desentendidos.
Fora isso, os dias das férias nos ajudam a melhorar a relação com os pacientes e oferecem um pouco de lazer à eles.

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Casamentos…

Muitas pessoas permanecem em casamentos insatisfatórios por medo da solidão, por razões financeiras, para não tumultuar a vida dos filhos…
Muitos dos mal casados só se decidem pela separação, apesar dos transtornos e turbulências, quando encontram um parceiro novo e muito legal.
Muitos dos que se separam precipitadamente, sem refletir muito sobre o que vivenciaram, escolhem parceiros muito parecidos com os anteriores.
Muitos dos mal casados que se apaixonam por parceiros com quem têm grande afinidade mantêm o casamento por medo da intensidade do novo amor.
Poucos homens legais se separam para ficar sozinhos, ao contrário das mulheres: muitas delas preferem ficar só em vez de mal acompanhadas!
A maior parte dos homens divorciados encontra-se nessa condição por iniciativa de suas esposas. O mais provável é que não sejam os melhores.
A maioria dos homens legais não gosta muito da boemia e da vida noturna. É mais fácil cruzar com eles no trabalho, nos esportes, com amigos.

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Ahhh as fofocas

Nunca fui santa… confesso que já me esbaldei em ouvir e até dar pitacos em fofocas – os tais “bafos”. Mas com a maturidade quase batendo na minha porta, com a avaliação do que realmente é essência e entendendo que, o julgamento é um artefato démodé (fora de moda), já não importo-me mais com os tititis.
Uso o silêncio como disfarce, até palpito, aprendi; ouço, e logo trato de armazenar no “setor das inutilidades” do meu sistema nervoso central, para que o assunto seja sepultado ali, já que o corpo não está presente. Enterro o que não me diz respeito, por respeito!
Aquela famosa máxima “Falem mal mas falem de mim” ao meu ver, só é útil as pessoas que não tem um bom monólogo consigo mesmo e que precise e goste de ser assunto de outrem. Prefiro a frase “todos temos esqueletos nos armários”, então, bisbilhotar a vida e ainda comentar os sofrimentos alheios sem saber os reais motivos e conflitos (sim, porque na maioria há dores) não é só perda de tempo – é querer esconder os seus! É falta do que ler, de observar, de ir a novos lugares, provar novos gostos, novas emoções, novos objetivos e poder dividir isso numa boa conversa, pois além de inócua e sem propósito, a fofoca é cafona.

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