Aniversário


“Não me deseje felicidade – eu não espero ser feliz o tempo todo; eu tenho isso de alguma forma. Deseje-me coragem, força e senso de humor – eu vou precisar disso.”
(Anne Morrow Lindbergh)

Você dorme criança e acorda passado cinco décadas. E com cinco décadas, você descobre que sua mãe estava errada… “ser mulher”  nada tem a ver com  um dia de cada mês sentir cólicas e usar absorventes. Ser mulher é mais que isso, e tem dias acabamos com cólica de nós mesmas! Tem que decidir entre quem sai e quem fica em sua vida.  Tem que escolher o melhor tom para a cor do cabelo. Tem que calar mágoas para sempre. Tem que aceitar aquele filho que não pode ter, e  que tudo é um jogo de escolhas, desde as banais às mais complicadas. Descobre também que se acorda mais serena, mais no presente, porque o futuro é inalcançável.  Aprende a arrumar as gavetas, jogar fotos velhas na lixeira.  Perdoa-se pela pessoa que ainda não conseguiu ser, mas já sabe que não é possível viver de fugas a vida inteira. Já se deu conta das limitações,  das escolhas erradas e repetidas, e também do cansaço causado por tudo. No fundo nem sabe se registrou tudo isso e chega a conclusão que não sabe de nada.
Nessa data, a vela não devia ser apagada, só se fosse pra queimar sensações ruins, e essas fossem embora com a fumaça para sempre… ♪♫ la la la life is wonderful

Jason Mraz – Life is Wonderful

  • curti (1)

Deve ser isso

imagem arquivo pessoal

Ficar bem nem sempre deixa outras opções. É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar. É o estágio onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada. É o nada que você optou para parar de sentir dor. No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se… Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso.

Stephanie Mills – Never knew love like this before

  • curti (1)

Eba!

Ela ainda esperava o Natal chegar e achava a época mais bonita do ano.
Não querem Deus nas nossas vidas, cada dia nos fazem acreditar menos nEle – mas ela acreditava!
Pela primeira vez ia celebrar o Advent (do latim adventus que significa “chegada”, pelo menos foi o que leu no google). Ganhou as 4 velas para acender cada uma nos 4 domingos que antecedem o dia 25/12 e adorou. Ia exagerar nas luzes dos enfeites, e sentia-se iluminada, de fato.
Apesar das lembranças do passado se misturarem ao presente, e principalmente do último ano em que na véspera do natal uma luzinha da família se apagou tão tragicamente num acidente de carro fatal, ia lembrar das coisas boas…
Dias de folga a aguardavam, ia começar a arrumar a casa e entrar no clima.

Wham – Last Christmas

  • curti (4)

A pedra

pedra-no-caminhoimagem via

Havia uma pedra no caminho…
e ela representava ainda muitos dias de paciência, gentilezas, atenção, deixa pra lá, profi acima de tudo, e o velho e bom humor para quebrar a barreira da grosseria e da arrogância… se esforçaria, ainda tinha um quilo desses, às vezes, inimagináveis conteúdos de defesa. Já tinha gasto alguns ao longo do tempo, mas nada que na sua bagagem não tivesse um pouquinho a mais…
Um belo dia de sol e um horizonte novo se abriria, com certeza.

The Corrs – Dreams

  • curti (3)

Tô pensando…

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 “A opinião é realmente a mais baixa forma de conhecimento humano, não exige responsabilidade, nem compreensão. A forma mais elevada de conhecimento é a empatia, pois exige que suspendamos nossos egos e vivamos no mundo de outra pessoa, requerendo um entendimento profundo, e de propósito maior do que o ego.”
(Bill Bullard)

Tem muita opinião para pouca empatia, assim como ego à solta.
Difícil opinar… meu ego sempre fala mais alto, e rio ou choro (de tanto rir – e eu respeito muito minhas risadas rss.)
O que fazer, então?

  • curti (3)

Olé!

A tradução livre do nome Schwarzkopfweg – rua na qual trabalho – é “cabeça preta longe”. Longe mesmo, o transporte público tem fácil acesso, mas por ser uma área retirada, tem menos pessoas e por isso só tem ônibus de 2 em 2 horas. Quando estou na estação à espera por ele,  impossível não deixar de pensar que, se fosse no Brasil eu estaria mais incomodada, por causa do perigo que a rua mal iluminada representa.
“O saber não ocupa lugar”, e chegou a hora em que eu sabia não ter a “Führerschein” ia me fazer falta, argh!
Quando eu tiver conseguido, registro aqui mais um pequeno (e grande) feito nessa minha vida de ervilha, e em breve, motorizada.

  • curti (4)

Jeito de ser

view“As melhores pessoas possuem um sentimento de beleza, a coragem de assumir riscos, a disciplina da verdade, a capacidade de sacrifício. Ironicamente, suas virtudes torna-os vulneráveis… eles são frequentemente feridos, às vezes, destruídos.

True – Spandau Ballet

  • curti (3)

Visagismo

sobrancelhasfoto via

Às vezes me acho antiquada e perfeccionista, porque não consigo admirar muitas tendências e moda atuais, como por exemplo, as sobrancelhas tiradas e estranhamente delineadas, tanto em mulheres como em homens. É tão bizarro, é uma tendência tão disseminada, que confunde nosso senso comum…
Acho que se eu encontrasse uma pessoa com uma sobrancelha assim no calar da noite eu sairia correndo, com medo que fosse um fantasma, isso que nem acredito em fantasma!! 😛
Não falta beleza natural, falta autoestima  e menos pinça na hora de dar uma aparada na sobrancelha.  Na intenção de melhorar, se estraga. A perfeição não é bonita, é assimétrica mesmo, na minha reles opinião. E  nesse caso se aplica tão bem, que uma sobrancelha muito delineada desarmoniza o conjunto;  nos homens tira um pouco da virilidade e nas mulheres banaliza. Mas… o que é de gosto, regala a vida – assim diz o provérbio!

Visagismo: é a arte de criar uma imagem pessoal que revela as qualidades 
interiores de uma pessoa, de acordo com suas características físicas e os 
princípios da linguagem visual (harmonia e estética), utilizando a 
maquilagem, o corte, a coloração e o penteado do cabelo, entre outros 
recursos estéticos (definição via).
  • curti (4)

Saudade

Como deixar de ter saudade ou ser indiferente?
Posso dizer que ela foi humanamente uma mãe, cheia de erros e poucos acertos, e que como poucas, conheci a amiga, sem ser a mãe.
Me irritava quando ela me chamava de “meu neném” (sou a caçula) quando me apresentava para alguém… As histórias se repetem, e o lugar que ocupamos também. Talvez eu faria a mesma coisa se tivesse filhos rs.
Sinto a maior alegria em ter sido gerada por ela, mulher de fé, força e opinião… esse modelo p*** louca é único!
Mãe, tem wlan aí? 😉

19/06/29 – 27/07/07

  • curti (5)

Tia sendo tia

KindPara mim é difícil improvisar a fantasia quando se trata de falar da realidade.
Ontem vi uma foto dos meus sobrinhos caçulas e me veio aquela sensação de falta. Só os  conheço por foto porque eles nasceram depois que vim para cá.
Tive a sorte de conviver com os meus sobrinhos mais velhos quando eles eram crianças e foi uma delícia! Tão bom ter sobrinho…  a gente mima sem se preocupar, porque a educação deixamos para os pais hehe
Sinto de coração não poder acompanhar o crescimento e deles não saberem disso, por isso escrevo esse texto. Um dia tenho a esperança que leiam.
Enquanto isso, R & F (as iniciais dos seus nomes), vou orar para que Deus reserve o melhor a vocês, acreditem em Deus mais do que em tudo, e que, “boas coisas acontecem quando esperamos, mas as ótimas quando vamos à luta.”

O caderno

  • curti (4)

Hugo Chavez

hugofoto arquivo pessoal

Este Hugo Chavez a que me refiro é um coquetel mexicano, refrescante e  típico do verão. Eu nunca tinha experimentado, e dia desses me foi apresentado. Adorei!

Ingredientes:
6 folhas de hortelã
1 colher (chá) de açúcar
200 ml de champagne (ou vinho branco)
20 ml de suco de limão
Gelo a gosto
Água com gás para completar
Modo de preparo:
Em um copo coloque a hortelã e o açúcar e pressione levemente com um pilão. Adicione o suco de limão, o champagne (ou o vinho branco), gelo e complete com água com gás. Misture bem e decore com um ramo da folha. Um brinde, cheers!!

Viva la Cuba

  • curti (1)

A menina quebrada

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O que eu poderia dizer a você, Catarina? As pessoas quebram. Até as meninas quebram. E, se as meninas quebram, você também pode quebrar. E vai, Catarina. Vai quebrar. Talvez não a perna, mas outras partes de você. Membros invisíveis podem fraturar em tantos pedaços quanto uma perna ou um braço. E doer muito mais. E doem mais quando são outros que quebram você, às vezes pelas suas costas, em outras fazendo um afago, em geral contando mentiras ou inventando verdades. Gente cheia de medo, Catarina, que tem tanto pavor de quebrar, que quebram outros para manter a ilusão de que são indestrutíveis e podem controlar o curso da vida. E, Catarina, você tem toda a razão de duvidar. Depois de quebrar, nunca mais voltamos a ser como antes. Haverá sempre uma marca que será tão você quanto o tanto de você que ainda não quebrou. Viver, Catarina, é rearranjar nossos cacos e dar sentido aos nossos pedaços, os novos e os velhos, já que não existe a possibilidade de colar o que foi quebrado e continuar como era antes. E isso é mais difícil do que aprender a andar e a falar. Isso é mais difícil do que qualquer uma das grandes aventuras contadas em livros e filmes. Isso é mais difícil do que qualquer outra coisa que você fará. Ser forte, Catarina, não é quebrar os outros, mas saber-se quebrado. É ser capaz de cuidar de seus barcos de papel – e também dos barcos dos outros – não como uma criança que os imagina poderosos, de aço. Mas sabendo que são de papel e que podem afundar de repente. Talvez, daqui a alguns anos, você precise me perguntar como se faz para viver quebrada. Ou por que vale a pena viver, mesmo se sabendo quebrada.
[via]

She`s Always a Woman to me – Billy Joel

  • curti (0)

Violência

foto via

Muito se tem falado em redes sociais, sites de notícia, e até em um  jornal conceituado daqui, sobre a garota de 16 anos que foi estuprada por mais de 30 homens no Rio de Janeiro, Brasil.
Pelo que li, a moça fazia apologia ao crime e ao sexo livre.
Se for mesmo verdade (porque eu já ando duvidando de tudo que leio por aí), lamento mais ainda o fato!
Se há culpado, é a educação, ou melhor, a falta dela, na minha opinião. Na falta dela está enraizado todo o mal de mentes doentias, e pior que nem se apercebem disso.
Quantos pais alienados educam seus filhos homens para “marcar presença” se a mulher “dá mole”; não ensinam a fazer serviços domésticos porque é “coisa de mulher”…
Por outro lado, quantas formas de violência nós mulheres vivenciamos e algumas nem se dão conta, como os relacionamentos abusivos, chantagens emocionais em troca de alguma coisa… A cultura do estupro é assustadora!
Ainda existem muitas mulheres que se submetem a viver como se fossem obrigadas a ser o que eles querem, pensando que isso é casamento, isso é amor…
Não sou feminista, mas na minha vida privada defendo o meu direito de tudo que eu me sinta “violentada”!
Me permito dizer que aprendi na convivência com o sexo oposto que, o que importa é “o que se olha, não o que se vê”, e a maioria vê o que eles têm na cabeça, por isso no tocante às roupas melhor mesmo ser neutra. Se sem ver direito, o registro mental já floresce, vendo o invisível até para eles, imagine vendo…
É um assunto delicado, eu só quis deixar registrado o meu pensamento com rápidas pinceladas. Seria muito bom que as mulheres ignorassem menos o assunto, e procurassem saber, perguntando, lendo sobre a cultura do estupro, e que vai muito além da violência carnal.

  • curti (1)

Confidências

1) Você prefere viver no campo ou na cidade?
Cidade.
2) Se pudesse aprender uma nova habilidade, qual seria? Por que?
Dirigir. Porque é importante.
3) Você bebe mais café ou chá?
Café.
4) Qual a sua orientação política? Por que?
Antiliberal. Porque é onde me encaixo.
5) Qual o seu livro preferido quando era criança?
A Cinderela.
6) Se você fosse uma criatura mística, qual escolheria?
Nenhuma.
7) Qual a sua roupa favorita?
Calça jeans e camiseta.
8) Você mudaria o seu nome?
Sim.
9) Quem é um mentor para você?
Não tenho.
10) Você gostaria de ser famoso? Independente se sim ou não, por que?
Não. Porque o anonimato já dá trabalho.
11) Você tem sono inquieto? Sofre de insônia?
Não.  Apenas quando não consigo resolver um problema.
12) Você se considera romântico?
Na teoria sim, na prática não.
13) Qual elemento natural representa-o?
Água.
14) De quem quer estar mais perto?
Família.
15) Você sente saudade de alguém nesse momento?
Minha falecida mãe.
16) Conte uma memória da sua infância
Brincava muito com os vizinhos.
17) Qual é a coisa mais estranha que já comeu?
Marisco, e achei horrível!
18) Qual a visão da sua janela da sala?
Montanhas, por do sol.
19) A que você é mais agradecido?
Tudo.
20) Você gosta de comida apimentada?
Às vezes.
21) Já encontrou alguém famoso?
Não que eu lembre.
22) Você tem um diário?
Não.
23) Qual seria o seu último desejo?
Ficar bem longe de pessoas com discurso demagogo, prolixo.
24) Você gosta de ler? Qual o último livro que leu?
Sim. “O Regresso”, de Michael Punke, livro que inspirou o filme.
25) Como você mostra para alguém que o ama?
Com gestos.
26) Do que tem medo?
De coisas ruins…
27) Diga um aroma que gosta e um dos seus perfumes favoritos
Floral. Light Blue do Dolce & Gabbana, fora outros.
28) Você trata as pessoas mais velhas de maneira formal ou informal?
Da maneira que me permitirem.
29) Se tivesse muito dinheiro, como viveria sua vida?
Sem querer ser demagoga, mas talvez ajudando um grupo carente ou algo do gênero.
30) Prefere nadar no mar ou na piscina?
Não sei nadar, snif
31) O que faria se achasse muito dinheiro na rua?
Devolveria ao órgão competente.
32) Você já viu uma estrela cadente? E qual foi seu pedido?
Não.
33) O que deixaria de legado para os seus filhos?
Não tenho filhos.
34) Se tivesse uma tatuagem, o que e onde seria?
Talvez uma estrela pequena e no pé.
35) O que está ouvindo exatamente agora?
Silêncio.
36) Onde sente-se mais seguro?
Em casa.
37) Tem algo que queira superar ou conquistar?
Sim, superar a preguiça e conquistar  meu objetivo de ter o trabalho dos meus sonhos.
38) Se pudesse viajar para outra era histórica, qual escolheria?
Idade Antiga, talvez.
39) Qual emoji que mais utiliza?
😛
40) Qual a sua estação do ano favorita? Por que?
Gosto em geral de dias na temperatura com 25 graus, o ideal para mim.
41) Como seria um dia ideal para você?
Uma noite bem dormida, um bom café da manhã, com bem-estar físico e emocional.
42) Descreva-se com uma palavra
Temperamental.
43) De que mais se arrepende?
De não ter sorrido mais.
44) “Invente seu próprio mundo” – o que essa expressão significa exatamente para você?
Em resumo, tentar combinar minhas palavras com meus atos, conquistar a paz de espírito, fazer de um limão uma limonada, tentar levar a vida com mais leveza, ter apego em Deus, zelar pelos meus pensamentos, zelar pelo meu bem-estar e de quem eu convivo.

Via

  • curti (1)

Janelas

[Tomando café e conversando com a minha esposa há uns tempos atrás eis que surgiu a questão das janelas lá de casa e que tipo de visão elas nos proporcionavam e que tipo de vista nós realmente gostaríamos de ter. Afinal ouvi dizer por aí que os olhos são as janelas da alma e nessa mesma levada nos ocorreu que as janelas são os olhos das casas e desde então a pergunta que nos persegue é: O que alimenta os olhos da sua casa?
– L. S. do blog Máquina de Letras, do post sobre janelas].

Achei legal poder compartilhar alguma “janela” participando da postagem do L. S., por isso, cá estou. Desde um outro blog movimentado que eu tive, em que eu era uma blogueira ativa, é que eu sigo o Máquina de Letras.
A vista de onde escolho morar é um quesito essencial. Sonho mesmo seria se eu pudesse morar em uma casa onde tivessem janelas para os lados leste e oeste.
O que alimenta os meus olhos da minha janela (que é do lado oeste) é o pôr do sol de todos os dias e que eu considero um “abastecedor de humores”, eu diria, porque é um mais lindo que o outro! Do 21° andar as montanhas lá no fundo parecem pequenas, as casas lá embaixo então, parecem miniaturas… impossível não me sentir como um átomo.  A paisagem é realmente um colírio para os os meus olhos!
Mas para ilustrar essa postagem a foto que eu apresento (tirei em 11/2015) não é da minha janela, é de uma casa perto de onde eu trabalhava, num dia de outono, num bairro bonito perto de Viena. Apesar de ser uma casa bonita, com essa bela parede de plantas, a janela não deve ter a mesma vista que tenho da minha. Não se pode ter tudo, não é!

  • curti (2)

Criança

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Muitas coisas já sobrepuseram e esmagaram minha imaginação infantil, mas lembro que quando eu era criança ficava piiii da vida se os adultos pedissem para eu sair, porque era sinal que a conversa estava ficando séria…
Quem diria! Hoje, já adulta (se bem que às vezes não tenho tanto essa certeza) me ofereço para sair quando isso acontece.
Meus conselhos, minhas vivências não vão mudar o rumo da vida de ninguém. Ficamos chatos e sérios e meu senso de responsabilidade em dizer algo inútil está aumentando cada vez mais.
Quando somos crianças temos a impressão que sempre há um adulto para nos ajudar no final… quando adultos desacreditamos disso. Parece que adulto não tem crédito, e  nas crianças que acreditamos mais…
Eu sei, não há como inverter os papeis, não posso voltar a viver a vida de criança –  pois seria chamada de retardada pelos psicólogos   e precisaria de tratamento sério – mas que eu acharia ótimo poder ficar quietinha esperando um adulto me tirar de uma fria, ahhhh acharia!

  • curti (2)