Casamentos…

Muitas pessoas permanecem em casamentos insatisfatórios por medo da solidão, por razões financeiras, para não tumultuar a vida dos filhos…
Muitos dos mal casados só se decidem pela separação, apesar dos transtornos e turbulências, quando encontram um parceiro novo e muito legal.
Muitos dos que se separam precipitadamente, sem refletir muito sobre o que vivenciaram, escolhem parceiros muito parecidos com os anteriores.
Muitos dos mal casados que se apaixonam por parceiros com quem têm grande afinidade mantêm o casamento por medo da intensidade do novo amor.
Poucos homens legais se separam para ficar sozinhos, ao contrário das mulheres: muitas delas preferem ficar só em vez de mal acompanhadas!
A maior parte dos homens divorciados encontra-se nessa condição por iniciativa de suas esposas. O mais provável é que não sejam os melhores.
A maioria dos homens legais não gosta muito da boemia e da vida noturna. É mais fácil cruzar com eles no trabalho, nos esportes, com amigos.

  • curti (1)

Casamento

Ontem 04/05 foi o casamento de uma sobrinha em Curitiba –
desejo mil felicidades ao novo casal!!
Pensando nisso é que lembrei desse artigo do
inesquecível (in memoriam) psiquiatra Flávio Gikovate:

Quando surgem os “defeitos” ou as “imperfeições” do amado (ou seja, aquilo que não gostamos nele) é que se inicia a efetiva relação amorosa.
Há “defeitos” que toleramos bem e outros que, mesmo irrelevantes, nos irritam ou magoam muito: convém pensar em nossas reações a longo prazo.
Os mais maduros tendem a ser mais tolerantes; porém, não convém subestimar o impacto negativo de certas condutas irritantes ao longo de anos.
Os que pretendem estabelecer elos sentimentais duráveis devem se acautelar bastante e fazer uma avaliação precisa do modo de ser do parceiro.
No dia a dia, a ausência de determinados “defeitos” que nos irritam muito é mais importante do que presença das qualidades que nos encantam!
Não é bom pensar que, com o convívio, as pessoas se ajustam e os “defeitos” se esvaem: é melhor acertar os detalhes antes de um compromisso.
Antigamente se dizia, brincando, que “quando casar, sara“. Não é verdade: quando as pessoas se casam, se acomodam e tudo tende a ficar pior.

  • curti (3)