4-8 anos de idade descrevendo o amor…

Rebecca, de 8 anos: “Quando minha avó teve artrite ela não podia se curvar e pintar as mais as unhas dos pés. Então, meu avô fez isso por ela o tempo todo, mesmo quando suas mãos tinham artrite também. Isso é amor.”

Terri, de 4 anos: “O amor é o que faz você sorrir quando está cansado.”

Danny, de 7 anos: “O amor é quando minha mãe faz o café para o meu pai e ela toma um gole antes de dar a ele, para garantir que o sabor está ok.

Nikka, 6 anos de idade: “Se você quiser aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que te odeia.”

Elaine, de 5 anos: “O amor é quando a mamãe dá ao papai o melhor pedaço de frango.”

Chris, de 7 anos: “O amor é quando a mamãe vê o papai fedorento e suado e ainda diz que ele é mais bonito do que Robert Redford.”

Mary Ann, de 4 anos: “Amor é quando seu cachorro lambe sua cara mesmo depois que você o deixou sozinho o dia todo.”

(Achei esse texto – em inglês – no Tumblr. Tradução livre)

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E por aí…

Quando você estiver lutando com alguma coisa, olhe para as pessoas ao seu redor e perceba que cada uma também está lutando com alguma coisa, e para elas, é tão duro como o que você está passando.

Fly me to the Moon - Frank Sinatra

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Acasos

Às vezes você conhece alguém, e é tão claro que em algum nível parece já se conhecem… como amantescomo amigos, como família, ou como algo totalmente diferente. Você encontra essas pessoas em toda a sua vida, do nada, sob as circunstâncias mais estranhas, e eles ajudam-nos a se sentir vivo. Eu não sei se isso me faz acreditar em coincidência, destino, ou pura sorte cega, mas definitivamente me faz acreditar em alguma coisa.

Carpenters - Sing

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Permissão

“A vida do outro, a casa do outro, o coração do outro, são todos templos sagrados que se pede licença para entrar; licença essa concedida depois de instalada a confiança, o carinho, a verdade. Sem essas preciosas chaves, qualquer intromissão é forçada, é indelicada, é errada.”

Atlantic Starr - Always

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Mudar

Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade. Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa. Quando  sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outro ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos. Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros livros. Durma mais tarde. Durma mais cedo. Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. Corrija a postura. Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.  Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, a nova vida. Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações. Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria, almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa. Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores. Vá passear em outros lugares. Ame muito, cada vez mais. Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos. Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo. E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez. Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O importante é o movimento, o dinamismo, a energia – só o que está morto não muda! Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!!

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