Ciclos

“O que está vindo é melhor do que o que já foi.”

Final de tarde, a lua vista assim tão de perto pela câmara do celular, e eu ali registrando no ponto do ônibus… aos poucos o verão vai se despedindo, escurecendo mais cedo, os dias vão ficando mais curtos, já preciso vestir um casaco por causa da brisa fresca. Como o verão, vou também me despedindo de mais uma etapa, superando estremecimentos, ansiando novos ares, conquistas… ahh essas não posso deixar de ir atrás, até por questão de brios! Cobrar dos outros é fácil, mas da gente é difícil… Coração tranquilo, mente em paz… para celebrar a fase com honra, só uma conquista tão desejada fecharia com chave de ouro.
Me aguarde, senhor tempo!! Eu sei o tempo parece vai se esgotando, mas minha vontade de conquistar nunquinha, não vou me deter. Como diz a música do Duran Duran, Come Undone, “ei criança, continue mais selvagem que o vento.”

Duran Duran – Come Undone

  • curti (1)

Férias

Nessa semana estou em ritmo de férias… tomando sol, escrevendo mais aqui no blog, visitando o Naschmarkt, resolvendo coisas pendentes, comendo fora, passeando na cidade (como nessa foto acima)… nada de trabalho.
Eu podia ter agendado uma viagem, pensei até em visitar minha cidade de nascimento (Curitiba), mas não gosto tanto dela ao ponto de gastar tanto dinheiro na empreitada.
Agora é inverno por lá (aqui já tem o bastante), além de que eu sou um ser um cadinho intolerante com algumas pessoas e até mesmo com quem gosto, então, quando fico chateada prefiro ficar distante e num futuro de “não sei quando” viajo para lá.
A passos trôpegos o baile segue, só faltam 4 meses para terminar o ano mas eu ainda tenho muito para fazer!! Oh céus, oh vida!

  • curti (2)

A favor do vento

Desisti de trazer para perto quem prefere ficar afastado.
Há muito que não espero que os outros ajam conforme eu gostaria.
Não aguardo favores, elogios ou adesões.
Não fico em estado de alerta para flagrar quando pisam na bola comigo – percebo quando pisam, mas procuro não estressar com isso. Nem sempre consigo, mas tento. E, por fim, perdoo, não por ter parentesco em primeiro grau com Nossa Senhora, mas porque dá menos trabalho.
Digo não com a mesma facilidade com que digo sim. Cumpro tudo aquilo que eu exigiria dos outros se ainda tivesse disposição para fazer exigências. Agora só exijo de mim, e ainda assim, pouco.
A minha porção rigorosa e mesquinha existe, a briga é interna e não muito violenta: não me aplico golpes baixos. Meus demônios são inimigos adestrados.
Talvez, para alguns, uma vida sem tormentas diárias produza um vazio impossível de suportar. Cada um, cada qual. Eu joguei a toalha: o que não suporto mais nessa vida é peso.

Via

Pino Donaggio – Lo che non vivo

  • curti (1)

Hugo Chavez

hugofoto arquivo pessoal

Este Hugo Chavez a que me refiro é um coquetel mexicano, refrescante e  típico do verão. Eu nunca tinha experimentado, e dia desses me foi apresentado. Adorei!

Ingredientes:
6 folhas de hortelã
1 colher (chá) de açúcar
200 ml de champagne (ou vinho branco)
20 ml de suco de limão
Gelo a gosto
Água com gás para completar
Modo de preparo:
Em um copo coloque a hortelã e o açúcar e pressione levemente com um pilão. Adicione o suco de limão, o champagne (ou o vinho branco), gelo e complete com água com gás. Misture bem e decore com um ramo da folha. Um brinde, cheers!!

Viva la Cuba

  • curti (1)