Magnum P. I.

Magnum P. I. (P. I. significa detetive particular) foi um seriado dos anos 80 muito inteligente e bem-humorado de um ex-combatente da guerra do Vietnã e que agora voltou  repaginado. Aqui já estou assistindo há uns 2 meses e a estreia no Brasil é este mês.
Sabe aqueles dias que você quer só relaxar e ver na tv algo para rir muito e ao mesmo tempo ver um casal bonito na tela se instigando e ao mesmo tempo trabalhando juntos? ♥

  • curti (0)

It`s cold outside!!

Essa foto foi no verão, uma paisagem bem diferente de hoje…
O inverno aqui é rigoroso, hoje mesmo bem típico, então nessa época assisto mais filmes/séries que o normal. São momentos de completo relaxamento…
Vou deixar o nome de alguns que considerei os “filmes/séries do ano de 2018”. Nem todos foram feitos em 2018, mas assistidos. Se quiser deixar uma indicação, fique à vontade.

Filmes:
A Família Bélier (francês, comédia, drama)
Nise, o coração da loucura (brasileiro, biografia, história)
Passageiros (aventura)
Sem retorno (ficção científica)

Séries:
Game of Thrones (aventura, drama, fantasia)
Gotham (policial, suspense)
Lucifer (fantasia, policial)
Westworld (drama, ficção científica, faroeste)

  • curti (1)

Apaixonada por séries

Eu assisto tanta série, que se for falar de todas, meu blog vai virar blog de séries.
Recomecei a assistir a Masters of Sex, baseada em uma biografia do século passado, onde “William Masters e Virginia Johnson são conhecidos como os pioneiros da ciência da sexualidade humana. Juntos, eles se tornam os maiores cientistas do assunto e são lançados em uma trajetória de fama que os leva até a capa da revista Time.
A primeira temporada foi em 2013 e a última em 2016, mas eu não tinha assistido tudo porque vou achando outras no caminho e paro. O problema das séries, na minha reles opinião, é que ao longo das temporadas o assunto vai ficando cansativo, imagine então para os próprios atores!
Ainda sobre a Masters of Sex, fiquei pensando como é possível um médico e sua assistente terem tanta intimidade por tantos anos no estudo e não se envolverem (pelo menos emocionalmente), haja que, vêem tantos casais tendo suas experiências ao vivo e a cores e se “auto-testam”.
Outra questão na série que me deixa assim assim, é a mesma que li em um comentário, “a livre expressão sexual como um meio de diversão, sem nenhum compromisso moral.”
Mas deixando as críticas de lado, essa recomendacão é apenas mais uma para quem curte séries.

  • curti (1)