Resistência


“Essa equipe é muito resistente à mudança, não muda nunca.”
Reclamações desse tipo são comuns e evidenciam um pensamento errado: a resistência à mudança é ruim. Basicamente ela é boa, pois preserva o que dá certo. Se não fosse assim, a cada momento estaríamos desistindo de nossas amizades, do nosso trabalho ou de nossa forma de agir. E isso pode não funcionar.
Então quando uma pessoa muda? Quando é que abandona suas manias irritantes ou seus comportamentos fracassados e retrógrados? A resposta é simples: uma pessoa só muda quando a dor de permanecer for maior que a dor de mudar. É isso mesmo. Como mudar dói, a gente evita! E com razão. Mas se permanecer for ainda mais dolorido, então está na hora de mudar. E apesar do incômodo que a mudança traz, da dor, do desgaste, do trabalho, mudar é a solução quando queremos evoluir.
Só evolui quem se incomoda, quem percebe que está subutilizando seu potencial. Quem reflete sobre suas ações e deseja crescer. E essa percepção pode vir da leitura de bons livros, de cursos, de diálogos, de boas palestras, da interação com pessoas que nos instigam a ser melhor.
Quer que sua equipe mude? Faça-a refletir, ler, aprender, ouvir palestras…

autor Marcos Meier, m
atemático, psicólogo, escritor e mestre em Educação. Palestrante nacional e internacional a respeito de relacionamento, via

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“Não estás deprimido, estás desocupado”

Não estás deprimido, estás desocupado.
Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez. Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão. Dá sem medida, e receberás sem medida. O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso. Uma bomba faz mais barulho que uma carícia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.

Trecho do texto “Não estás deprimido, estás desocupado” de Fecundo Cabral, poeta e escritor argentino.

Wake me up – Avicii

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Let it go

Primeira neve do outono, Mödling, Gaaden, Áustria, 30/11/17

“Eu sofri por muitas catástrofes na minha vida, a maioria nunca aconteceu” – a frase é do escritor americano MarkTwain. Mas podia ser minha. Ou sua. Quanta ansiedade e sofrimento evitaríamos simplesmente nos livrando dos pensamentos que antecipam problemas e conflitos. Aprender a deixar ir é um poderoso antídoto antiestresse… a prática diária consiste em parar, sentar, respirar e permanecer, por certo tempo, como observador de si mesmo. Quanto mais nos dedicarmos a essa “malhação cerebral”, mas aprenderemos a identificar certos padrões. Em um processo chamado de poda sináptica*, que acontece enquanto dormimos, a “jardinagem cerebral“ se encarrega de estimular as áreas que estamos usando e reduzir as que entendi como “sem uso“. A poda não tem juízo de valor, mas nossa consciência, sim. Ela nos leva a oportunidade de escolher como vamos nos comportar. Não é automático nem receita de bolo; podemos optar para sofrer menos e trabalhar com mais leveza. E deixar ir o resto.

(Trecho do texto de Cynthia Almeida, jornalista)

*Poda sináptica: Nosso cérebro é uma obra de arte em constante construção, a cada nova aprendizagem, novos circuitos neuronais são ativados, novas sinapses são formadas, eis aí a plasticidade.

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