Casamento

Ontem 04/05 foi o casamento de uma sobrinha em Curitiba –
desejo mil felicidades ao novo casal!!
Pensando nisso é que lembrei desse artigo do
inesquecível (in memoriam) psiquiatra Flávio Gikovate:

Quando surgem os “defeitos” ou as “imperfeições” do amado (ou seja, aquilo que não gostamos nele) é que se inicia a efetiva relação amorosa.
Há “defeitos” que toleramos bem e outros que, mesmo irrelevantes, nos irritam ou magoam muito: convém pensar em nossas reações a longo prazo.
Os mais maduros tendem a ser mais tolerantes; porém, não convém subestimar o impacto negativo de certas condutas irritantes ao longo de anos.
Os que pretendem estabelecer elos sentimentais duráveis devem se acautelar bastante e fazer uma avaliação precisa do modo de ser do parceiro.
No dia a dia, a ausência de determinados “defeitos” que nos irritam muito é mais importante do que presença das qualidades que nos encantam!
Não é bom pensar que, com o convívio, as pessoas se ajustam e os “defeitos” se esvaem: é melhor acertar os detalhes antes de um compromisso.
Antigamente se dizia, brincando, que “quando casar, sara“. Não é verdade: quando as pessoas se casam, se acomodam e tudo tende a ficar pior.

  • curti (2)

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