Opiniões

A troca de opiniões tem a tendência de causar distanciamentos entre as pessoas. Talvez porque  no acaloramento da conversa, junta-se as nossas bagunças de vivências, ou desordens, não sei direito, e algumas ideias alinham-se ou não.
As mulheres são muito sensíveis e tudo depende do estado de humor do dia.
Tô falando de troca de ideias entre amigas.
Eu? Parei de tentar entender o por quê quando as opiniões se divergem, as pessoas acabam se afastando. Na falta de regras para seguir em uma troca de assuntos e ideias, eu acho que a melhor ainda é a essência, a delícia de poder ser você.  É isso.

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Erros

Não tem jeito, errar vamos sempre, as vezes até repetir o erro – nesse caso é porque não soubemos o que fazer com o erro…
Por exemplo, o colega que trabalhou junto na Croácia por repetidos 3 anos errou nas mesmas coisas… e não é porque não foi comunicado a ele que tinha errado.
Daí eu me pergunto, será que foi erro de comunicacão?
Porque no mínimo quando somos notificados do nosso erro temos que tentar reparar e seriamente se auto-analisar sem achar que é só crítica que recebemos.
Ser criticado é a coisa mais fácil, mas quando somos criticados várias vezes é nosso dever parar tudo e se reolhar onde estamos errando.
Seu psicólogo que se vire, ou ele que vá ao fundo do poço tentar se consertar – o poço tem lama sim!

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Sem discurso, por favor!

Em uma roda de conhecidos deixei escapar que estava cansada… Uma das pessoas logo iniciou um discurso ensolarado, que tudo tem seu lado bom, que, se estou cansada, pelo menos tenho um trabalho blá blá blá.
Não havia incoerência na sua fala. Mas talvez no momento, eu quisesse apenas um pouco de empatia, pois não sou de me queixar, ainda mais em público. Se falo é porque estou apenas transbordando… e só.
Não acredito nas almas com aparência efervescente e permanente. A felicidade crônica é uma maquiagem que sai no banho.
Há um monte de coisas que dão errado. Têm dias que a vida tira o tapete, nos tira do sério, a gente leva uns trancos e quer entrar para um casulo pois está puta da cara mesmo. A vida é colorida mas tem pontas ásperas as quais machucam. Não trata-se de um estado catatônico de depressão, ou pessimismo tônico. Mas até na tristeza há normalidade, e nem por isso necessitamos de todas as Sertralinas indicadas, apenas precisamos saber lidar com as nossas travessias, sem drama, sem disfarce. Ou audácia de quem nunca pifou.
É tão humana a fragilidade, só a maturidade ensina-nos a quebrar os muros da valentia de nosso território, a ruir as imponentes torres e deixar entrar os medos, entender com tranquilidade, querer a doçura, não disfarçar as angústias e esperar pelo aceno da felicidade. Simples assim. Sem discurso, por favor!

[ … Esse texto tem tudo a ver com o que eu penso, porque detesto quando quero apenas comentar um assunto e a pessoa vem com a consultoria pronta.]

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Resistência


“Essa equipe é muito resistente à mudança, não muda nunca.”
Reclamações desse tipo são comuns e evidenciam um pensamento errado: a resistência à mudança é ruim. Basicamente ela é boa, pois preserva o que dá certo. Se não fosse assim, a cada momento estaríamos desistindo de nossas amizades, do nosso trabalho ou de nossa forma de agir. E isso pode não funcionar.
Então quando uma pessoa muda? Quando é que abandona suas manias irritantes ou seus comportamentos fracassados e retrógrados? A resposta é simples: uma pessoa só muda quando a dor de permanecer for maior que a dor de mudar. É isso mesmo. Como mudar dói, a gente evita! E com razão. Mas se permanecer for ainda mais dolorido, então está na hora de mudar. E apesar do incômodo que a mudança traz, da dor, do desgaste, do trabalho, mudar é a solução quando queremos evoluir.
Só evolui quem se incomoda, quem percebe que está subutilizando seu potencial. Quem reflete sobre suas ações e deseja crescer. E essa percepção pode vir da leitura de bons livros, de cursos, de diálogos, de boas palestras, da interação com pessoas que nos instigam a ser melhor.
Quer que sua equipe mude? Faça-a refletir, ler, aprender, ouvir palestras…

autor Marcos Meier, m
atemático, psicólogo, escritor e mestre em Educação. Palestrante nacional e internacional a respeito de relacionamento, via

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Férias na Croácia

Segundo ano consecutivo que levamos nossos pacientes curtirem as férias na Croácia. Uma pausa de 11 dias para eles que, todos os outros dias saem de casa às 8:00 e voltam às 16:00 horas depois de “exaustivas” horas na escolinha de arte ;).
Para nós, os cuidadores, aumento de estresse porque as obrigações aumentam e por tempo integral. Infelizmente nem todos os colegas de trabalho encaram assim e invertem os papéis, ou seja, pensam estão tirando suas férias!!  Eu confesso não tenho paciência para pessoas assim – que gostam de se aproveitar das situações para levar vantagem – e pensam que ninguém percebe!! Depois que rola um estresse ainda se fazem de desentendidos.
Fora isso, os dias das férias nos ajudam a melhorar a relação com os pacientes e oferecem um pouco de lazer à eles.

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